Tatuador que virou amigo de Bruno Henrique conta como fez tatuagens marcantes no Flamengo

Tatuador que virou amigo de Bruno Henrique conta como fez tatuagens marcantes no Flamengo

O tatuador Gustavo Gomes ganhou espaço no universo rubro-negro ao se aproximar de Bruno Henrique e passar a assinar desenhos ligados à rotina do atacante, às cicatrizes e até a fases importantes da carreira do jogador. A relação começou como atendimento profissional e virou amizade, com trocas frequentes de mensagens e visitas para novos trabalhos.

Da cadeira de tatuagem à confiança do camisa 27

Segundo Gustavo, a ligação com Bruno Henrique começou em 2019, por indicação do cabeleireiro Marlos. A primeira tatuagem foi no pescoço, seguida por outros desenhos em diferentes partes do corpo. Com o tempo, o atacante passou a chamar o tatuador sempre que aparecia alguma marca na pele ou alguma ideia nova para cobrir cicatrizes.

O próprio Gustavo afirma que muitas das tattoos feitas em Bruno surgiram para disfarçar marcas ou áreas sensíveis do corpo. Entre as mais conhecidas está a palavra que simboliza resistência e superação, aplicada perto do local da lesão grave no joelho do jogador.

A tatuagem que ganhou força dentro e fora de campo

Uma das histórias mais marcantes relatadas pelo tatuador envolve justamente essa palavra. Gustavo contou que Bruno o procurou em um momento de recuperação física e quis um desenho com significado pessoal, ligado à ideia de suportar dores e seguir adiante. Poucos dias depois, o atacante voltou a marcar e celebrou o gol ajoelhado no gramado, com a tatuagem recém-feita em evidência.

O episódio ajudou a transformar o desenho em um símbolo muito associado ao momento vivido pelo camisa 27. Gustavo diz que o impacto foi tão grande que a tatuagem acabou virando uma das mais lembradas entre as que fez para o jogador.

Antes de Bruno Henrique, outros rubro-negros já tinham passado por ele

Gustavo Gomes afirma que a primeira oportunidade com um jogador do Flamengo foi com Chiquinho, ainda em 2016. Depois disso, vieram outros nomes conhecidos da torcida, como Pará, Everton, Vizeu, Thuler e Paquetá.

Em 2020, o clube chegou a enviar ao tatuador um presente com camisa autografada e plano de sócio-torcedor. Mesmo assim, foi Bruno Henrique quem se tornou o cliente mais constante e o principal elo do profissional com diferentes gerações de jogadores do Flamengo.

Um especialista que transformou superação em profissão

Gustavo também relatou que sua trajetória na tatuagem ganhou novo rumo após uma experiência pessoal de violência, quando foi baleado e precisou ficar meses em recuperação. Foi nesse período que ele buscou cursos na área, se especializou em realismo e passou a trabalhar com reprodução de fotos.

Hoje, o tatuador é reconhecido dentro do ambiente rubro-negro como o profissional que acompanhou de perto marcas, coberturas e símbolos ligados a Bruno Henrique e a outros nomes do Flamengo.

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