Flamengo projeta vendas em 2027 para fechar o caixa e preservar o elenco
Com previsão de déficit de R$ 40 milhões em 2026, o Flamengo já projeta mudanças no planejamento financeiro para 2027. A ideia é avaliar vendas na próxima janela para cobrir o prejuízo do ano e equilibrar o caixa sem desmontar a base competitiva do elenco.
Quem entra na lista e quem fica protegido
Samuel Lino não deve ser negociado. O atacante foi o principal destaque do time na temporada e recebeu proposta da Roma por 25 milhões de euros, recusada pelo clube. A diretoria entende que vendê-lo agora reduziria o nível esportivo da equipe.
A mesma leitura vale para Carrascal, que também é tratado como peça importante no planejamento.
Entre os nomes que podem ser usados para gerar receita, o clube observa atletas que já despertaram interesse na última janela. Gonzalo Plata esteve perto de acerto com o Dínamo Moscou por 10 milhões de euros, mais 2 milhões em bônus, mas a operação não avançou após reprovação nos exames médicos.
Ativos valorizados no mercado
O Flamengo também recebeu propostas por Léo Pereira e Emerson Royal, mas recusou ambas. O zagueiro é titular, enquanto o lateral-direito atua com frequência e disputa posição com Varela.
No meio-campo, Evertton Araújo e De la Cruz aparecem como possibilidades de saída. O volante é visto como o principal ativo entre os jogadores formados na base, em uma posição com muitas opções, e o uruguaio segue valorizado no mercado, mesmo com problemas físicos. A venda de ambos é considerada uma forma de arrecadar recursos e aliviar a folha.
Outro nome que recebeu proposta e teve a oferta recusada foi João Victor.