Bandeira de Mello critica solução do Gasômetro e aponta custos altos para estádio do Flamengo
Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo, disse que não gosta da solução do Gasômetro e concordou com a diretoria rubro-negra sobre a necessidade de pausar a iniciativa. Em entrevista ao Charla Podcast, ele afirmou que o clube precisa de um “freio de arrumação”.
O ex-dirigente também destacou sua preferência histórica pelo Maracanã e reconheceu as barreiras políticas para uma saída mais duradoura. Segundo ele, o cenário torna difícil o Flamengo ser dono do estádio público ou ter uma concessão longa que permita ampliar a capacidade.
Terreno exige recuperação e pesa no projeto
Bandeira de Mello apontou que o terreno do Gasômetro demanda descontaminação, já que a área abrigou uma fábrica de gás de carvão desde o século XIX.
Ele também citou a necessidade de mudanças profundas na mobilidade da região, com obras como mergulhão, passarela e viaduto. De acordo com o ex-presidente, essas intervenções ficariam a cargo do Flamengo pelo edital.
Obras e infraestrutura elevam a conta
Outro ponto ressaltado por ele foi a tubulação de gás instalada no local, que precisaria ser relocada. Bandeira de Mello disse que a prefeitura poderia assumir parte disso, mas observou que o que está escrito no edital não prevê essa solução.